Clínica Médica
Estrada de Anhumas, s/n - Km 21
Anhumas, Vargem - SP - CEP 12935-000
[ mapa de localização ]
Telefones:
(11) 4598-7150
(11) 4598-6900
(11) 7370-5885
Administração
Rua Maestro Elias Lobo, 406
Jardim Paulista - SP - CEP 01433-000
[ mapa de localização ]
Tel/Fax:
(11) 3052-0730
(11) 3926-1790
E-mail: contato@clinicaipe.com.br
O uso de psicofármacos no tratamento dos transtornos mentais, a partir dos anos 50, mudou radicalmente a falta de perspectivas que até então prevalecia no campo da psiquiatria e da saúde mental, provocando uma ampla reformulação das concepções e práticas vigentes, de tal forma que na atualidade, conhecer os medicamentos existentes, as evidências que embasam seu uso, são essenciais para um efetivo trabalho nestas áreas, mesmo para aqueles profissionais que se dedicam preferentemente à prática psicoterápica.
A decisão de utilizar ou não um psicofármaco depende antes de tudo do diagnóstico que o paciente apresenta, incluindo eventuais comorbidades. Para muitos transtornos os medicamentos são o tratamento preferencial, como na esquizofrenia, no transtorno bipolar, em depressões graves ou no controle de ataques de pânico. Em outros, como nas fobias específicas, transtornos de personalidade, problemas situacionais as psicoterapias podem ser a primeira opção. E em muitas situações o ideal talvez seja a combinação de ambos os métodos.
Sedativo é o nome que se dá aos medicamentos capazes de diminuir a atividade de nosso cérebro, principalmente quando ele está num estado de excitação acima do normal. O termo sedativo é sinônimo de calmante ou sedante. Quando um sedativo é capaz de diminuir a dor ele recebe o nome de analgésico. Já quando o sedativo é capaz de afastar a insônia, produzindo o sono, ele é chamado de hipnótico ou sonífero. E quando um calmante tem o poder de atuar mais sobre estados exagerados de ansiedade, ele é denominado de ansiolíticos. Finalmente, existem algumas destas drogas que são capazes de acalmar o cérebro hiperexcitado dos epilépticos. São as drogas antiepilépticas, capazes de prevenir as convulsões destes doentes. Aqui abordaremos um grupo de drogas, tipo sedativo-hipnóticos, que são chamados de barbitúricos.
Os benzodiazepínicos são capazes de estimular os mecanismos no nosso cérebro que normalmente combatem estados de tensão e ansiedade. Codeína e zipeprol estão entre os remédios mais ativos para combater a tosse: são por isto chamadas de antitussígenas. A codeína é uma substância que vem do ópio; trata-se, desta maneira, de um opiáceo natural. O zipeprol é uma substância sintética fabricada em laboratório. Os barbitúricos utilizados pelos neurologistas e psiquiatras para tratamento de epilepsia, raramente levam o paciente ao vício, desde que sejam utilizados dentro dos critérios terapêuticos. É o seu mau uso (tomar sem necessidade, tomar sem orientação médica, não observar a dosagem terapêutica, etc.) que pode levar ao vicio. Os barbitúricos podem provocar alta dependência física e psicológica.
Nome Científico: Barbitúricos, Benzodiazepinas ou Ansiolíticos, Neurolépticos, Codeína, Antidepressivos e até Anfetaminas.
Nome utilizado pelos usuários: Medicamentos: Barbitúricos (calmantes ou sedantes) - Optalium, Fiorinal.
Benzodiazepina ou ansiolíticos - Tavor, Valium, Minias, Darkene, Roipnol.
Codeína (xaropes, ziprepol) - Belacodid, Belpar, Codelasa, Gotas Binelli, Pambenyl, Setux, Tussaveto Eritós, Nantux, Silentós, Tussiflex. Antidepressivos-Prozac, Anafranil. Neurolépticos-Lítio, Carbamazepina. Anfetaminas-Dualid, Hipofagin, Inibex, Moderine, Desobesi, Lipomax, Inobesin, Dasten, Fagolipo, Absten Plus, Diazinil, Dobesix, Pervitin, Ritalina.
Status: A lei brasileira exige que todos os medicamentos que contenham barbitúricos em suas fórmulas só sejam vendidos nas farmácias com a receita do médico, para posterior controle pelas autoridades sanitárias.
Devido a sua grande toxicidade, o zipeprol foi recentemente banido no Brasil, sendo proibido fabricar ou vender remédios à base desta substância no território nacional.
Utilização: São substâncias que devem ser dosadas pelo médico; pesquisas bem conduzidas verificaram a eficácia destas drogas, para o transtorno que o paciente apresenta, levando em conta, além do diagnóstico, o perfil dos sintomas, a resposta em usos anteriores, a idade, a presença de problemas físicos, outras drogas em uso com as quais a nova droga possa interagir.
Uma vez escolhida a droga, definidos os sintomas alvo, o clínico fará um plano de tratamento que envolve a fase aguda, a manutenção e as medidas para prevenção de recaídas.
Os barbitúricos são usados para o tratamento de insônia, algumas formas de epilepsia, certos casos convulsivos e algumas desordens psicológicas.
As Benzodiazepinas é o fármaco mais utilizado para tratar dos estados de ansiedade.
Os Neurolépticos são prescritos em casos de delírio, alucinação e percepções alteradas da consciência. Usuários de drogas alucinógenas utilizam-na para voltar a realidade.
Os antidepressivos são prescritos em casos de depressão, quando a pessoa perde a paixão pela vida e a capacidade de auto-estima.
A codeína ou ziprepol é utilizada no tratamento contra a tosse.


