Clínica Médica
Estrada de Anhumas, s/n - Km 21
Anhumas, Vargem - SP - CEP 12935-000
[ mapa de localização ]
Telefones:
(11) 4598-7150
(11) 4598-6900
(11) 7370-5885
Administração
Rua Maestro Elias Lobo, 406
Jardim Paulista - SP - CEP 01433-000
[ mapa de localização ]
Tel/Fax:
(11) 3052-0730
(11) 3926-1790
E-mail: contato@clinicaipe.com.br
A quetamina é uma droga sintética, depressora do sistema nervoso central, com efeitos alucinógenos. Foi desenvolvida em meados dos anos 60, sendo usada principalmente na anasteseologia veterinária. Embora a quetamina não seja muito usada em humanos por induzir episódios psicodélicos nos pacientes, ainda é usada em algumas aplicações humanas limitadas, porque não deprime a função respiratória nem circulatória. A quetamina foi originalmente sintetizada em 1962 por Calvin Stevens enquanto procurava substitutos para a anestesia PCP.
Em 1965, a quetamina foi descoberta como um útil anestésico e foi usado recreacionalmente pela primeira vez por Edward Domino, que criou o termo "anestesia dissociativa". A quetamina foi usada com anestesia, pois suprimia a respiração muito menos que a maior parte dos anestésicos disponíveis na época, mas nos anos 70 os pacientes começaram a reclamar de visões não desejadas enquanto sob a influencia desta substancia. Em 1978, a popularidade da quetamina cresceu durante os anos 80 até que em 1995, a 'DEA - Drug Enforcement Administration' acrescentou a quetamina na sua "lista de drogas emergentes". Em 1998 e 99, a quetamina foi comparada pelos legisladores ao GHB como uma droga de 'violação' e uma droga de discoteca. A quetamina é encontrada na forma de pó branco e é normalmente aspirada.
Nome Científico: Hidrocloridro de quetamina.
Nome utilizado pelos usuários: Quetamina; K, Special K, Ketaset, Ketalar, Vitamina K, Lady K.
Status: Anestésico de uso humano ou veterinário que é utilizado de forma indevida.
Utilização: Anestésico incapaz de deprimir a freqüência respiratória e cardíaca.
Sintomas Físicos: Por ser um anestésico pode deprimir o organismo e levar à paralisia dos órgãos, se usada em grande quantidade. Seu uso contínuo pode destruir a mucosa do nariz e levar à atrofia do cérebro, além de boca seca, náuseas e vômitos, problemas respiratórios e aumento dos batimentos cardíacos. Em baixas doses produz sedação leve, pensamentos oníricos e lentificação psicomotora. A quetamina faz com que a pessoa tenha atrofia cortical, ou seja, seu cérebro pode diminuir e envelhecer precocemente. A quetamina pode causar dependência.
Efeitos Psicológicos: Usuários regulares de quetamina apresentam pensamentos fantasiosos, com caráter de sonho, alterações de humor, depressão, ansiedade, paranóia e egocentrismo assim como sensação de estar mais sociável e de captar o mundo de um modo diferente e mais interessante. A droga pode causar ainda a sensação de sair do corpo e a perda total da noção de tempo.
Síndrome de Abstinência: Possível aparição de “flashbacks”(volta das sensações experimentadas, em geral ruins, mesmo não tendo consumido a droga), aumento de irritabilidade, agressividade e oscilação de humor.


